Todos sabemos muito bem o que queremos, desejamos para nossos filhos, mas os nossos problemas começam com a insegurança de como ajudá-los a alcançar estes objetivos. Hoje, muitas pesquisas indicam que se a criança tiver uma auto-estima elevada, ela terá sucesso; esta é uma criança (depois adulto) que reage bem. O que faz a diferença? São as atitudes que tem para consigo mesma.
A auto-estima pode ser definida como a maneira pela qual uma pessoa se sente em relação a si mesma, o juízo que faz de si, o quanto gosta de sua própria pessoa. É um sentimento de auto-respeito, de valor próprio.
O que considero importantíssimo é a apresentação que a autora faz de duas necessidades básicas, sendo que o auto-respeito sólido se baseia nestas convicções:
- Eu posso ser amado (sou importante e tenho valor porque existo) e
- Eu tenho valor (sei que tenho algo a oferecer).
De igual importância, é saber de onde vem a auto-estima das crianças. Ela vem da qualidade das relações entre a criança e aqueles que desempenham papel significativo em sua vida.
Nos próximos posts, seguirei os capítulos do livro, para vermos como desenvolver a auto-estima dos nossos filhos.
Até a próxima!

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