Quanto mais leio as postagens nos diversos blogs mais vejo que os problemas existenciais das mães são os mesmos, sejam elas do Brasil, dos EUA, de Portugal, da Argentina ou da França...
O estresse do primeiro dia de aula...aqueles gritos que ainda ouço quando fecho os olhos. Nossa alma fica ferida...e o pior: ouvir a coordenadora da escola dizer que o problema do meu filho era eu!
Os ouvidos que não ouvem...quem não se acaba de melancolia, tristeza e um senso de valor acabado, quando chamamos os filhos e a resposta é: o quêêêêê? já vou! tô indo!...Como é desanimador pedir 1, 2, 3, 4...vezes e nada...
E quando, um pouco maiores, os filhos entabulam uma conversa e dali a pouco se descontrolam, choram, dizem que não têm valor...Ficamos surpresas...eu me pergunto o que fiz de errado? Aquelas lágrimas, das quais desconhecemos os reais motivos, são como punhais no nosso coração.
Ser mãe é tão especial e maravilhoso, os filhos são bençãos do Senhor...e ainda assim nos sentimos como se estivéssemos arrastando correntes...
Olho para eles e imediatamente não imagino minha vida sem eles...Quando desanimo com as broncas, as brigas, as tarefas, a caligrafia, os trabalhos, a bagunça, chinelos espalhados, portas do armário abertas...penso em resolver um dia de cada vez, afinal, um problema fracionado representa apenas alguns probleminhas...coloco meu foco no que eles são na essência, no que é um grão de areia e o que é uma montanha...e as coisas vão entrando no eixo, devagarzinho...
Não podemos desanimar, o tempo passa tão rápido e parece que foi ontem aquele chorinho do primeiro dia em casa...logo, logo eles vão alçar vôo e com certeza sentiremos saudades de todos estes momentos...
Tudo é questão de escolha e diariamente eu escolho ver o "copo meio cheio". Como diria minha avó, cuja frase é meu lema de vida:
"A GENTE É FELIZ PORQUE A GENTE QUER"
Querida leitora, que Deus te abençoe neste dia e encha seu coração de graça e paz!!!

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